Foto: http://ivoti.rs.gov.br/pontos-turisticos
Crônica cultural e memórias assinadas por um gaúcho, do Vale dos Sinos para o Mundo.
domingo, setembro 22, 2013
UM MUNICÍPIO EXEMPLAR
Foto: http://ivoti.rs.gov.br/pontos-turisticos
sábado, setembro 07, 2013
O REI DA ROLETA
O ATELIER DE DONA CRISTINA
UM MUNICÍPIO EXEMPLAR
domingo, junho 09, 2013
O NOVO CAFÉ AVENIDA
PERFÍS DE JORNALISTAS
UMA BIOGRAFIA HONROSA
Plínio Dall´Agnol
segunda-feira, novembro 19, 2012
O ANTIGO CAFÉ AVENIDA
quarta-feira, setembro 12, 2012
LA CHAUSSURE - O CALÇADO
A publicação do livro foi feita numa época na qual não existiam as facilidades das comunicações dos anos 2000. É valiosa para o tempo e o espaço que abrange, não tem caráter universal. Merecerá de nossa parte, outro comentário sobre calçados e afins. Foi na segunda metade do século passado que desenvolveu-se uma rica produção coureiro calçadista na América. No Brasil, criou-se uma rede de instituições e profissionais na área: empresários, trabalhadores, associações, caixeiros-viajantes, transportadoras, imprensa( o Grupo Editorial Sinos com o Brazil Export , O Exclusivo,Lançamentos), ANCA,FENAC, FRANCAL, ABICALÇADOS, exportadores, estilistas, escolas do calçado, escola de curtimento, tecnólogos de couros e tecnólogos de calçados da Feevale, museu nacional do calçado. Esse assunto merece uma crônica especial e detalhada.
CAFÉ LUNA BAR É CULTURA
segunda-feira, agosto 27, 2012
O Livro de Ouro da História da Música
segunda-feira, agosto 20, 2012
Dia do Patrimônio Histórico
Dia 17 de agosto é comemorativo do Patrimônio Histórico. O ideal seria chamar-se "Dia do Patrimônio Cultural". Mais abrangente. Vale no entanto o esfôrço e o interesse, tanto público como particular, na preservação e conservação de nossos acêrvos culturais: a memória, as edificações, as bibliotecas, as culturas indígenas, os usos e costumes das nossas mais variadas etnias nacionais e de imigrantes aquí chegados, e tudo mais que possa interessar em matéria de patrimônio cultural.
Felizmente em Novo Hamburgo, a Organização não Governamental DEFENDER, entidade civil, sem fins lucrativos, decidiu organizar e promover O FÓRUM ''PATRIMÔNIO CULTURAL E PAISAGEM URBANA DE NOVO HAMBURGO".
Os Delegados, local e regional, bem como a presidência da DEFENDER, foram muito felizes na elaboração do programa e na listagem dos convidados conferencistas: A Superintendente Regional do IPHAN, Ana Goelzer Meira, o Arquiteto Eduardo Hann, do IPHAE, a Promotora Pública, especialista em Direito do Patrimônio Cultural Dra. Ana Marchesan, dentre outros.
O Delegado Regional da DEFENDER DEFESA CIVIL DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, Jorge Luís Stocker, entrevistado pela jornalista Stephany Sander(Correio do Povo, 20/8/2012), assim se pronunciou:"A nossa missão é trazer este debate para o seio da comunidade e mostrar que possibilidades existem e são muitas. A oportunidade de que estamos proporcionando é inédita, pois buscamos finalidades práticas"!
Maiores detalhes e informações mais precisas, podem ser colhidas no site da DEFENDER:
ww.defender.org.br/forum
terça-feira, agosto 14, 2012
Capital da Cultura
Algumas cidades são privilegiadas em termos culturais. Um caso muito especial é de São Leopoldo. Localizada a 33 km ao norte de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.
Berço da colonização alemã no RS, São Leopoldo possui uma das maiores e melhores universidades que temos o privilégio de conhecer: A UNISINOS, Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Mantida e administrada pela competente experiência de 5 séculos dos Padres Jesuitas. Além de seus tradicionais e conceituados cursos de graduação, especialização, mestrado e doutorado, possui um avançado parque tecnológico, abrigando empresas locais e internacionais, desenvolvendo produtos de ponta na área da informática e automação industrial. A Universidade participa de vários programas e projetos nacionais e internacionais(Programa na Antártida, em biologia e geologia). O Instituto Anchietano de Pesquisas, dirigido pelo Pe.Dr.Pedro Ignácio Schmitz, destaca-se em História, Arqueologia e Antropologia. As pessoas interessadas em conhecer melhor a Unisinos, podem entrar em seu site.
Podemos ainda destacar nessa cidade:
MUSEU DO TREM
Rua Lindolfo Collor, 40, Centro
MUSEU DA HISTÓRIA GEOLÓGICAAv.Unisinos, 950, prédio 61, Fone 3591.1122
MUSEU ANTROPOLÓGICO ANCHIETANO
Rua Brasil, 725, Centro, Fone 3590.8409
MUSEU DO RIO
Rua da Praia, 50, Bairro Rio dos Sinos, Fone 3589.4343
MUSEU HISTÓRICO VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO
Rua Dom João Becker,491, Fone 3592.4557,e-mail:museuhistoricosl@terra.com.br
CASA DO IMIGRANTE/CASA DA FEITORIA
Av. Feitoria, 3291, Bairro Feitoria, Fone 3592.4557
MUSEU ESCOLAR PROF.ARNILDO HOPPEN-MEPAH
Rua Mário Sperb, 874, Morro do Espelho, Fone 3592.1584
O museu mantem visitas guiadas para escolas, e durante o ano exposições temáticas: Uniformes, Fotos - Sinodal ontem e hoje. Livros de ex-professores e ex-alunos(autores).
MEMORIAL PADRE REUS
Rua Leonel França,134, Bairro Fião, Fone 3592.1574
Visitas ao Santuário e ao túmulo do Padre Reus
MEMORIAL JESUÍTA
Av.Unisinos, 950, Bairro Cristo Rei, Fone 3591.1122
Guarda Obras Raras e Especiais, e-mail: memorialsj@unisinos.br
quarta-feira, dezembro 09, 2009
PRESERVANDO A CASA ADAMS
É uma construção em alvenaria de tijolos salpicados, em sua cobertura possui manzardas, telhas canal, telhas francesas (as que são em número maior) e telhas de zinco. Possui uma cúpula externa na fachada lateral. Na fachada principal possui elementos em alto relevo com formas geométricas, óculo com vitral colorido e cachorro de madeira no beiral. Paredes internas, pisos e forro são confeccionados em madeira, do mesmo modo as portas e janelas internas e externas. O piso geral é de madeira com exceção do banho e cozinha que são de ladrilhos e as paredes de alvenaria. Há um espaço lateral externo com frente para a Rua Júlio de Castilhos, que serviu como um jardim com duas grandes árvores que prejudicam o prédio, principalmente alicerces e o telhado. Poda ou remoção das mesmas deveriam ser providenciadas para salvaguarda da casa.
Pode-se dizer que o estado atual da casa é regular, exigindo uma restauração o mais urgente possível, pois sua deterioração está a caminho.
De acordo com a assessoria dos proprietários atuais, existe o interesse em restaurá-la e conservá-la, assim que tiveram a autorização da Prefeitura Municipal para as devidas obras de restauração, e demais obras.
A Casa Adams possui 188m² de área construída, encontra-se na extremidade nordeste de um terreno de 5.166 m² de área, que também abriga o que resta da antiga fábrica de Calçados Adams. A empresa passou ao controle do Banco do Brasil em meados dos anos 70, sendo a seguir adquirida por uma das empresas do Grupo Franciscano.
Essa casa, cuja data de construção é da primeira metade do século passado, foi residência da Família Pedro Adams Filho por três gerações.
A importância de sua preservação, restauração e conservação, pode ser comprovada através dos meios de comunicação, principalmente o Jornal N.H.(exemplo: edição de 17 de outubro de 2000, página 4). Crônicas e fotos do Fotógrafo e Jornalista Alceu Mário Feijó e outros cronistas.
O escritor hamburguense Paulo Henrique Kern, escreveu, e Ariadne Decker ilustrou, um interessante livro “ Ruas e Praças de Novo Hamburgo- Quem é Quem”. Em sua 2ª edição, de 2002, Novo Hamburgo, RS, edição do autor. Nele está registrada a importância de Pedro Adams Filho, dando nome à Avenida Pedro Adams Filho,que cruza a zona Central da cidade,de norte, do Bairro Operário, do Guarani, Vila Rosa, passando pelo Centro e seguindo ao sul na direção de Pátria Nova, Ouro Branco-Pátria Nova, novamente Ouro Branco, Rondônia e Industrial, Santo Afonso e Industrial novamente.
Para Paulo Henrique Kern “PEDRO ADAMS FILHO (1870-1935), o pioneiro da indústria calçadista do Vale do Rio dos Sinos, nasceu no município de Lajeado, iniciou as atividades profissionais aos dezoito anos de idade, quando ele e seu pai se estabeleceram com sapataria e selaria em Dois Irmãos. Naquela época,começou a confeccionar chinelos. Mudou-se para Novo Hamburgo em 1898. Utilizando maquinaria importada da Alemanha, instalou a primeira fábrica de calçados da Cidade. Essa empresa teve extraordinária importância, pois serviu de escola a muitos sapateiros que depois fundaram outras indústrias. Adams foi também o primeiro a vender seus produtos no Estado de São Paulo. Participou ainda da criação de uma empresa geradora e distribuidora de eletricidade, denominada Energia Elétrica Hamburguesa Limitada. Atuando na política, fez parte do Conselho Municipal de São Leopoldo ( correspondente à atual Câmara Municipal de Vereadores), desde 1917 até a emancipação de Novo Hamburgo,em 5 de abril de 1927. Teve participação ativa na campanha emancipacionista. Foi presidente da Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo no período de 1910 a 1911.”
Pela Lei Municipal 47, de 1964, a avenida foi oficializada como via pública principal de Novo Hamburgo.
A Profª Ms. Claudia Schemes et allii, também registra de forma enfática, a importância de Pedro Adams Filho, no livro do qual é co-autora “Memória do Setor Coureiro-Calçadista: Pioneiros e Empreendedores do Vale do Rio dos Sinos”, editora da Feevale, 2005, Novo Hamburgo, RS, Brasil.
No capítulo “Empresários e Trabalhadores”, à pagina 17, os autores citam :
“Um dos marcos do crescimento da atividade calçadista em Novo Hamburgo foi a criação da primeira fábrica de calçados,em 1898, por Pedro Adams Filho, que já trabalhava desde os 18 anos com seu pai, também sapateiro, na confecção de chinelos.
Ele foi, portanto, o pioneiro da indústria calçadista de Novo Hamburgo e Vale dos Sinos. ...Esta primeira fábrica chamada Pedro Adams Filho & Cia. Ltda. Produziu itens diversificados, pois não havia especialização nem critérios na linha de produtos fabricados. O maquinário utilizado era da marca Moenus, importado da Alemanha, entretanto, durante a 1ª Guerra Mundial pressões econômicas e políticas o obrigaram a trocar estas máquinas por outras norte-americanas. Além disso, técnicos italianos e uruguaios foram contratados para melhorar o sistema de produção.
Pedro Adams tinha idéias bastante avançadas para a época.
A empresa que só fabricava calçados femininos e masculinos,em 1930, passou a concentrar as atividades na produção de sandálias masculinas. As botinas, que também eram fabricadas, eram vendidas por vendedores que utilizavam o cavalo ou a mula como meio de transporte para chegar ao interior do Estado.”
E mais adiante (página 18) “Este empresário, portanto, pode ser considerado uma das figuras mais importantes do complexo industrial do Vale dos Sinos, pois foi ele que financiou grande parte das indústrias de calçados e curtumes da região”.
Cabe dizer também, que a Empresa de Energia Elétrica, por ele criada, além de fornecer energia para a fábrica de calçados e o Curtume Hamburguez ( também criado por Pedro Adams Filho), era a fornecedora de energia para a cidade.
Os couros produzidos no Curtume de Adams Filho eram de tal qualidade que em 1917 passaram e ser exportados para a Suiça.
Da entrevista de Pedro Adams Neto (pág.19 a 26,op. cit.), extraímos alguns comentários bem interessantes:
- Meu primeiro trabalho foi no Curtume do Adams (Curtume Hamburguez), onde eu recebia os couros do matadouro Provenzano...Utilizando o método que aprendi com o Barreto,químico responsável do Curtume Hamburguez – a curtição de nonato deu certo.
...Com esse empreendimento, consegui formar capital para comprar uma participação no Adams S/A.
...A partir de então meu pai chamou-me para trabalhar na fábrica de sandálias do Adams, fazendo com que eu passasse por todas as máquinas e aprendesse todo o processo de fabricação.
...Depois fui ao Rio e São Paulo acompanhar a comercialização, trabalhando em depósitos de couros e calçados. Na volta, fui para a fábrica de calçados Adams, já como diretor.
De Ronaldo Romeu Meurer, um trabalhador entrevistado ( pág.53 a 59 ), extraímos algumas observações:
- Comecei a trabalhar com 14 anos de idade com carteira assinada...
-Na firma (Adams) passei por várias seções ( solaria, aviamento, corte, etc)...
- Dentro da firma eu me sentia muito bem. Tive propostas para trocar,mas eu me sentia bem dentro dessa firma, nunca fiz questão de mudar... foram 30 anos de serviço.
- A pedido dos patrões, depois de 30 dias aposentado, fui convidado a voltar, promovido a chefe de seção...
- Coisa boa acontecia diariamente porque tínhamos muitos amigos e os próprios patrões eram muito bons. Eu, mais dois irmãos e minha mãe trabalhávamos todos na mesma firma e os patrões deram-nos uma casa para morar, para pagarmos da maneira que podíamos pagar. Se pudesse pagar um mês estava bom; se não pudesse pagar num mês, não fazia mal. Isso é uma das coisas boas que tenho lembrança...
- O nome do patrão era Urbano Adams. Foi muito bom trabalhar ali, eles nos auxiliaram muito. O Adams fazia calçado de homem, um calçado de primeira classe...
No jornal NH de 17 de outubro de 2000 (pág.4), destacamos algumas considerações importantes do economista e Consultor da Associação de Curtumes do RS-AICSul, André Maurício dos Santos, a respeito do pioneiro Pedro Adams Filho:
-O impulso decisivo para o crescimento da emergente indústria calçadista aconteceu em 1888, com a criação da primeira fábrica de calçados propriamente dita: a Pedro Adams Filho & Cia. Ltda., de Pedro Adams Filho, proprietário de um curtume e fábrica de arreios. O Sr.Adams construiria,em 1901, um prédio de alvenaria na cidade, que mais tarde passaria por sucessivos aumentos...
- Pedro Adams se tornou agente do Banco da Província, cargo que lhe teria facilitado o acesso a empréstimos para sua fábrica...
Muito mais poderia ser dito a respeito de Pedro Adams Filho e sua trajetória extraordinária como pioneiro da indústria,empresário inovador, político, e líder social. Acima de tudo, um humanista exemplar para muitos outros donos de fábrica( como gostava de dizer o Professor Ernest Sarlet).
É mister inadiável a restauração da Casa Adams,e não só isso, sua preservação e manutenção como um Memorial para conhecimento dessa e das futuras gerações.
Esperamos que o entorno degradado possa também dar lugar a novos empreendimentos, incluímos aqui também a área da antiga Fábrica de Molduras P.Alles.
Todas essas áreas ociosas ( Adams, P.Alles, e arredores) voltem a ser revitalizadas, oferecendo novos espaços de negócios e empregos, os quais poderão trazer e atrair novos capitais e renda para os empresários, os trabalhadores e para o município através da arrecadação de impostos.
Uma área central do município, com antigos prédios industriais em petição de miséria, servindo apenas para abrigo de morcegos e atelier de pichadores, merece uma atenção melhor.
Projetos inovadores com aproveitamento adequado merecem o apoio e incentivo das autoridades e o aplauso da comunidade.
quinta-feira, dezembro 25, 2008
Hospital Municipal: De seu início até o futuro
As origens do Hospital Municipal de Novo Hamburgo remontam ao ano de l939. Naquela época, um grupo de cidadãos hamburguenses, preocupados com o bem estar e saúde da comunidade, lideraram a fundação da Associação Maurício Cardoso.
O objetivo principal da entidade era a construção de um hospital para atender principalmente a classe trabalhadora e população carente que pudesse oferecer serviços gratuitos.
O historiador e político Leopoldo Petry foi muito feliz ao detalhar o ocorrido na ocasião: -“Dado o interesse despertado pela nobre iniciativa, a novel associação pôde, desde logo, contar com o apoio da sociedade local, e já no mesmo ano, foi possível lançar a pedra fundamental do útil empreendimento. Porém, por motivos vários, as obras não puderam ser concluídas de imediato, permanecendo paralisadas durante vários anos. Em vista das dificuldades surgidas, foi o patrimônio da mencionada associação, transferido à Cruz Vermelha Brasileira, mas, posteriormente, em 1944, foi, por escritura pública, instituída a Fundação Maurício Cardoso, sendo então, novamente assumida, por esta entidade, o patrimônio da antiga Associação do mesmo nome, reiniciados os trabalhos da construção da obra iniciada, que foi inaugurada em 1º de novembro de 1947, com o nome de Hospital Operário Darci Vargas.”
O historiador citado, lembra que a primeira doação ao empreendimento foi da Sra.Vva. Elisabetha Friedrich e seus filhos Germano, Luís e Carlos Friedrich, os quais fizeram a doação de uma área de terras de
Destacamos alguns números relativos aos atendimentos do Hospital Operário Darci Vargas, atual Hospital Municipal de Novo Hamburgo:
Movimento de 1957 (relatado por Leopoldo Petry)
Atendimentos:
Indigentes*. 581
Pagantes* 1.372
Nascimentos vivos 406
Exames de Raio X:
Indigentes 64
Pagantes 286
* À época, indigente era todo aquele que não tinha condições de pagar pelo atendimento (SUS).E, pagante era todo aquele que tinha condições de custear seu tratamento.
Movimento parcial de 2008 (de janeiro á setembro).
Atendimentos:
Urg/Emerg-N. Hamburgo 91.312
Pacientes internados 6.773
Partos normais 1.078
Nº Nascimentos/Vivos 1.468
Cesarianas 389
Exames de Raios-X 41.255
Com a finalidade de atender as necessidades atuais e futuras de leitos hospitalares, a administração municipal está construindo um novo prédio, com capacidade para 60 leitos,incluindo os Serviços de Nutrição e Dietética. que deverá estar com as obras concluídas até final de março de 2009. O Projeto de autoria da Arquiteta Andréa Schütz, da Diretoria de Planejamento da Prefeitura Municipal, foi submetido à apreciação e aprovado pelos Conselhos Deliberativo e Fiscal do HMNH, do Conselho Municipal de Saúde e da Vigilância Sanitária Estadual.
Atualmente, o HMNH, é um órgão de administração indireta, sendo uma autarquia municipal desde 2001. O HMNH é 99% SUS, e atende outros 40 municípios da região. Sede operacional do SAMU, é referência em urgência e emergência na condição de Hospital Base para recebimento de pacientes encaminhados pelo SAMU. É também referência em alta complexidade em Cardiologia para 12 municípios. Médicos, Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem prestam atendimentos neste Hospital, referencia para a região. O HMNH oferece atendimentos em Neurocirurgia, Clínica Geral, Cirurgia Geral, Traumatologia, Psiquiatria e UTI adulto. Na maternidade possui a UTI Neonatologia e Clinica de Obstetrícia. Psicologia e Assistência Social contribuem de forma decisiva para o melhor atendimento de pacientes e familiares. O Pronto Atendimento – PA, no Centro da cidade é uma extensão do HMNH.
Um Programa permanente de Capacitação, Treinamento e Atualização para todos os servidores do HMNH, está sendo reestruturado pela atual administração, através de uma comissão provisória, até a reformulação do organograma institucional.
O Orçamento anual aprovado para 2008 foi de 23.699.000,00, mais as suplementações recebidas durante o ano.
Fontes para pesquisa:
Hospital Municipal de Novo Hamburgo-HMNH. Acervo Fotográfico, Novo Hamburgo, RS, diretoria.hmnh@terra.com.br, pliniodall.hmnh@terra.com.br
Hospital Municipal de Novo Hamburgo-HMNH. Relatórios Trimestrais de Gestão.
Novo Hamburgo, RS, diretoria.hmnh@terra.com.br,
Petry, Leopoldo. O Município de Novo Hamburgo-Monografia.Edit.Rotermund, S.Leopoldo, RS, 2ªedição, 1959.
* Plínio Dall´Agnol é pós-graduado























